Ontem peguei uma daquelas linhas bem lotadas e no horário de pico. Entro no ônibus, pago, passo a roleta fico em pé no meu cantinho, no som do ônibus rolando uns rap dos EUA e um dito cujo com os forró no celular truando. "porra, bixo sem noção esse.". Não demora muito preu estranhar que o som do ônibus ta vindo dum canto só. "Pourra! Num é o som do ônibus, não. É uma 'caixinha' de som". Como se não fosse suficiente botar música alta obrigando todo mundo a ouvir, o cara inda tinha levado uma caixa de som pra sobrepujar as músicas dos outros e se fazer ouvir duma ponta a outra do coletivo =.=' Eu pensava q era preguiça de comprar o fonezinho ou de andar com ele, mas depois de ontem eu chego a conclusão que é pura falta de noção.
Hoje acabei visitando um outro campus da 'minha' universidade. O campus da área da saúde é um canto triste. Primeiro pq ele nem devia ser parte de algo chamado universidade, pô é todo mundo muito padrão ali, acho que de cada turma num tem assim 10% de pessoas 'estranhas'. Sabe, qse num tem gente de dread ou de tatuagem, num tem aquela turma que vai pra faculdade parecendo q inda ta de pijama. (Nos semestres mais pra frente, qd vc tem q fazer cara de normal pra passar segurança pro paciente, isso faz sentido, mas nos primeiros onde vc não atende ninguém, acho q pode ser estranho) Sabe eu gosto dos estranhos. Adoro aqueles campus que tem um bucado de curso junto, hippongas da biologia, nerdzões das engenharias, bichas da letras, essas coisas (não q todo mundo tenha q se encaixar no esteriotipo do seu curso, longe disso).
Enfim, hoje na minha incursão ao campus alheio, conheci de vista uma guria que me despertou a atenção. Aparentemente um espécime de 'sapa decidida', acho muito interessante sapas assim.
Algo tipo assim, com destaque pra essa cara de que sabe o que quer. Acho que esse tipo não existe apenas pra sapas não, neh? Enfim, a guria em questão não era tão bonita quanto a Heather Peace, nem tava maquiada, mas era bonita. Exemplar simples de universitária, gola polo roxa, jeans que marcava bem pra quem quisesse admirar a bunda bem redondinha dela e chinela 'japonesa'. Gaydar apitou logo. Deve ser o tipo de pessoa que nem crise de bissexual tem. Sem ofensa aos bis, mas tem homo que as vezes tenta 'se escapar' por bi.
Gente, é isso. Também queria dizer que sou uma pessoa carente e que adoraria receber comentário.
Ah, e uma blogueira que curto muito vai tá pelo fantástico esse domingo, A @FalaRapha do http://falarapha.co.cc/blog/
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Gripe
Já que ninguém é de ferro. Hoje vou lhes deixar com receitinha de chá da vovó endossada por livros (sérios) de plantas medicinais.
Infusão de Alho e Limão.
Descasque um dente de alho e pique.
Corte o limão em 8 pedaços.
Ferva a água.
Ponha o alho e o limão numa xícara de chá e adicione a água. Tampe a xícara com um pires e espere uns 15 minutinhos.
Beba.
O desafio é beber duma vez e sem fazer careta =P
Infusão de Alho e Limão.
Descasque um dente de alho e pique.
Corte o limão em 8 pedaços.
Ferva a água.
Ponha o alho e o limão numa xícara de chá e adicione a água. Tampe a xícara com um pires e espere uns 15 minutinhos.
Beba.
O desafio é beber duma vez e sem fazer careta =P
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Clube dos Patifes
Pra começar a fazer justiça ao nome do blog, hoje vou escrever sobre a banda Clube de Patifes.
Tocam na banda Paulo de Tarso (batera), Pablues (vocal e gaita), Jo Capone (baixo) e Stephen Ulrich (guitarra). Esses caras da Bahia se respondem muito. Eu destaco o vocalista (Pablues) que tem um drive muito legal.
Às vezes mais puxado pro rock'n'roll quase dançante às vezes aquele blues bem sentimental, os caras não decepcionam.
Um diferencial dos caras ao vivo são as roupas. Todos alinhados de terno, chamam a atenção e despertam a curiosidade. Ao começarem a fazer o som terminam de conquistar o público com guitarra cheia de sentimento, bateria marcante, baixo empolgante e a gaita também grita seus sentimento.
No fundo só ouvindo mesmo.
Particularmente gosto de 'Dia Blue' e 'Blues Cinderela'
Acessem e descubram esse blues made in bahia.
Fico por aqui. Perdão se a resenha não foi das melhores, primeira vez que tento fazer uma.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Férias
Essas férias não foram tão felizes, mas foram produtivas. Uma vez que logo antes das férias rolou o ápice do quebra pau da minha saída do armário (me assumir lésbica) pros meus pais, mas de lá pra cá as coisas vem melhorando devagarinho, passando por algumas oscilações, mas melhorando.
Por conta do clima pesado minhas férias não foram tão recheadas de baladas, farras e nem de inocentes noites viradas na casas dos amigos jogando video game (sim, tenho um lado nerd). E houveram limitações impostas relacionadas a horários. Onde eles querem chegar com essas limitações eu não sei. Meus amigos brincaram que eu tava uma versão de ciderela que até o sino dar 12 badaladas é Maria, depois disso é João. Mas isso tudo me aproximou emocionalmente dos meus pais. Antes os via quase como 2 estranhos que me sustentavam e, por isso, eu devia gratidão e respeito a eles. Sabia que os amava, mas era como se isso fosse algo que se perdesse no dia a dia, não fizesse diferença nas minhas considerações. Mas apesar da reação deles magoar uns tantos é coisa de quem se importa. Minha mãe passou as primeiras duas semanas sem falar comigo. Até então, não tinha noção de como o silêncio pode ser cruel...
Mas o assunto de hoje são minhas férias, que incluiram noites jogando videogame (com hora pra chegar), um show da minha banda e ensaios, formatura de uma prima (pense numa farra), revellion em família e com muuuuita vodka e cerveja pra mim, umas fugidinhas raras pra encontrar minha princesa (evitava mentir pra nos encontrarmos, preu não voltar aos hábitos de antes dos meus pais saberem), muita saudade dela, umas idas a bares, dias com meus avós em médicos ou fazendo compras, etc.
Enfim, não foram férias super divertidas, mas foram únicas! Período de crescimento tremendo.
Por conta do clima pesado minhas férias não foram tão recheadas de baladas, farras e nem de inocentes noites viradas na casas dos amigos jogando video game (sim, tenho um lado nerd). E houveram limitações impostas relacionadas a horários. Onde eles querem chegar com essas limitações eu não sei. Meus amigos brincaram que eu tava uma versão de ciderela que até o sino dar 12 badaladas é Maria, depois disso é João. Mas isso tudo me aproximou emocionalmente dos meus pais. Antes os via quase como 2 estranhos que me sustentavam e, por isso, eu devia gratidão e respeito a eles. Sabia que os amava, mas era como se isso fosse algo que se perdesse no dia a dia, não fizesse diferença nas minhas considerações. Mas apesar da reação deles magoar uns tantos é coisa de quem se importa. Minha mãe passou as primeiras duas semanas sem falar comigo. Até então, não tinha noção de como o silêncio pode ser cruel...
Mas o assunto de hoje são minhas férias, que incluiram noites jogando videogame (com hora pra chegar), um show da minha banda e ensaios, formatura de uma prima (pense numa farra), revellion em família e com muuuuita vodka e cerveja pra mim, umas fugidinhas raras pra encontrar minha princesa (evitava mentir pra nos encontrarmos, preu não voltar aos hábitos de antes dos meus pais saberem), muita saudade dela, umas idas a bares, dias com meus avós em médicos ou fazendo compras, etc.
Enfim, não foram férias super divertidas, mas foram únicas! Período de crescimento tremendo.
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