domingo, 24 de abril de 2011
Meio Poesia Meio Filosofia de Buteco
Queridos, no post de hoje, começo meio poesia meio filosofia de buteco fazendo uma pergunta: Qual a semelhança entre a cerveja e o amor? E já trago a resposta: Nenhum dos dois deixa margem para dúvidas. Deixo ainda o comentário adicional de ambos nem sempre são para sempre.
Você tem dúvida se realmente aprecia sua cervejinha? Então você não é um bebedor. Quem gosta de cerveja gosta e pronto. Ás vezes é necessario controle e prudencia, mas não há dúvida quando se gosta de cerveja.
Assim também é o amor. Se você ainda está se perguntando se realmente ama, é porque não ama. É bizarro, assim como é bizarro gostar tanto duma gelada que aos poucos lhe compromete a saúde. Gostar e adorar, podem vir antes do Amar, mas nem sempre essa progressão ocorre. Quando você gosta e isso não progride, com o tempo passa e perde-se. Mas o amor também pode perder-se, ainda não cheguei nesse ponto, pra entender como isso ocorre, talvez não fosse amor, ainda existisse dúvida... Não sei dessa parte.
Enfim, eu amo, assim como aprecio uma gelada. Viva cada instante do amor e cada gole da gelada. Aproveite essas e outras coisas positivas que a vida tem a oferecer, tudo com responsabilidade.
Boa semana.
sábado, 23 de abril de 2011
Amor e idéias soltas
Semana Santa de muito namorinho. Deus e quem me conhece mais de perto sabe, o quanto eu escarrava essa idiotice de romance e amorzinho. Como eu era estúpida. Até o dia em que minha princesa me conquistou. Talvez eu ainda saiba viver sem ela, mas nunca eu fui tão irremediavelmente feliz e eu não posso mais ser feliz sem ela. E a única pessoa além de alguns parentes próximos que geram em mim essa sensação é um amigo cuja amizade já tem pra lá de 10 anos, mas minha princesa conseguiu isso em menos de 6 meses.
Hoje nada é mais importante pra mim que atingir o que eu preciso pra poder começar a viver ao lado dela. E quando esse tempo chegar, eu quero andar de mãos dadas na rua, sem medo de alguém da família nos ver e causar um pandemônio familiar, por isso hoje nossos planos incluem mudar de cidade. Mas torço esperançosamente pra que isso mude, não é justo eu ter que fugir para poder demonstrar meu amor.
E a sequencia lógica desse texto se perdeu nas curvas do meu hipotálamo e do lobo temporal.
F*da-se
Hoje nada é mais importante pra mim que atingir o que eu preciso pra poder começar a viver ao lado dela. E quando esse tempo chegar, eu quero andar de mãos dadas na rua, sem medo de alguém da família nos ver e causar um pandemônio familiar, por isso hoje nossos planos incluem mudar de cidade. Mas torço esperançosamente pra que isso mude, não é justo eu ter que fugir para poder demonstrar meu amor.
E a sequencia lógica desse texto se perdeu nas curvas do meu hipotálamo e do lobo temporal.
F*da-se
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Sonho
Há meses não escrevo aqui. Ocupações chegam depois que as aulas começam, aí já viu... Não é bem por falta de tempo, mas não há tempo ocioso suficiente preu sentir necessidade de me queixar dos meus problemas por aqui.
No mais, final de semana trasado foi de extrema felicidade e por algo super simples. Foi uma simples passeio com minha namorada, minha sogra, a mulher dela, uma super amiga da minha sogra (que é quase uma mãe pra minha namorada) e a mulher dela. Mas esse passeio teve um que de mágico. Pela naturalidade perfeita daquilo. Sem medo de alguém pra ver a gente, só uma cervejinha, tira gosto e filminho. Outro ponto muito legal pra mim, foi ver aqueles dois casais já maduros e de boa. Como não conhecia de perto casais de sapas maduras, às vezes não conseguia me imaginar uma sapa quarentona com mulher e crianças.
Enfim, fiquei absurdamente feliz e ainda não voltei pro meu estado normal. Só tou voltando ao normal porque tou me estressando de ter que viajar com meus pais na semana santa e ficar longe da minha princesa.
No mais, final de semana trasado foi de extrema felicidade e por algo super simples. Foi uma simples passeio com minha namorada, minha sogra, a mulher dela, uma super amiga da minha sogra (que é quase uma mãe pra minha namorada) e a mulher dela. Mas esse passeio teve um que de mágico. Pela naturalidade perfeita daquilo. Sem medo de alguém pra ver a gente, só uma cervejinha, tira gosto e filminho. Outro ponto muito legal pra mim, foi ver aqueles dois casais já maduros e de boa. Como não conhecia de perto casais de sapas maduras, às vezes não conseguia me imaginar uma sapa quarentona com mulher e crianças.
Enfim, fiquei absurdamente feliz e ainda não voltei pro meu estado normal. Só tou voltando ao normal porque tou me estressando de ter que viajar com meus pais na semana santa e ficar longe da minha princesa.
Assinar:
Comentários (Atom)
